Sabe aquele tipo de personagem que entra em cena e você já sabe que vai dar problema (do melhor tipo possível)? Esse é o Liam Mace. Em Doce Sal, a Cissa Anders nos apresenta um astro do rock que é um verdadeiro terremoto no palco e, bem… entre quatro paredes ele também não brinca em serviço.
O Liam vive sob a filosofia do “sem amarras”, usando o humor como um verdadeiro airbag para não deixar ninguém chegar perto demais. O problema é que, quando as luzes se apagam, o silêncio grita. E é aí que entra Jade Coura.
A Jade é a minha meta de vida: ela não cai de joelhos por rostinho bonito e tem um radar infalível para canalhas arrependidos. Ela lê as “letras miúdas” da vida melhor do que qualquer partitura e não está nem aí para os aplausos que o resto do mundo dá para o Liam. O choque entre o mundo barulhento dele e o silêncio cauteloso dela é de faísca pura!
Prepare-se para uma química absurda, provocações de tirar o fôlego em mansões à beira-mar e uma renegociação de limites que vai te fazer devorar cada página. No fim das contas, a gente descobre que só o amor tem o poder de fazer o som gritar mais alto que qualquer amplificador.




