Prepare a torcida, porque esse livro é um verdadeiro home run (ou melhor, um gol de placa no gelo!). Em Se Não Fôssemos Rivais, somos apresentadas ao Nicolas Herrera: capitão do time de hóquei, quase dois metros de altura e uma lábia que deveria ser considerada pecado. Do outro lado, temos a Bárbara Hendler, a líder de torcida perfeita que vê seu mundo desmoronar quando o namorado “perfeito” parte seu coração.
O que acontece quando um incêndio (literal!) faz com que esses dois rivais tenham que dividir não só a faculdade, mas o mesmo corredor do prédio? Faíscas, muitas faíscas! Eu me diverti demais com a dinâmica de vizinhos que não se suportam, mas que decidem unir forças em um plano de fake dating para ganhar eleições e causar ciúmes em ex-namorados.
A Thainá e a Gabriela entregaram tudo o que a gente busca em um romance universitário: jogos intensos, coreografias vibrantes e aquela tensão que faz a gente querer gritar “beija logo!”. É impossível não se apaixonar enquanto a linha entre a atuação e a realidade começa a sumir. Se você ama um bom clichê de rivais com muita química, esse livro é o seu próximo vício.
















